quarta-feira, 8 de julho de 2015

De volta à "velha senhora"


















De volta a Irlanda, meu país de alma. Dublin, Trinity College e sua biblioteca antiquíssima, museus, lagos, cruzes celtas, monastérios, jardins....gostinho de quero mais.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Eu me descobrindo madura


TEXTO DE JOSÉ MICARD TEIXEIRA

"Já não tenho paciência para algumas coisas, não porque me tenha tornado arrogante, mas simplesmente porque cheguei a um ponto da minha vida em que não me apetece perder mais tempo com aquilo que me desagrada ou fere. 
Já não tenho pachorra para cinismo, críticas em excesso e exigências de qualquer natureza. 
Perdi a vontade de agradar a quem não agrado, de amar quem não me ama, de sorrir para quem ...quer retirar-me o sorriso. 
Já não dedico um minuto que seja a quem me mente ou quer manipular. 
Decidi não conviver mais com pretensiosismo, hipocrisia, desonestidade e elogios baratos. 
Já não consigo tolerar eruditismo seletivo e altivez acadêmica. 
Não compactuo mais com bairrismo ou coscuvilhice. 
Não suporto conflitos e comparações. 
Acredito num mundo de opostos e por isso evito pessoas de caráter rígido e inflexível. 
Na Amizade desagrada-me a falta de lealdade e a traição. 
Não lido nada bem com quem não sabe elogiar ou incentivar. 
Os exageros aborrecem-me e tenho dificuldade em aceitar quem não gosta de animais. 
E acima de tudo já não tenho paciência nenhuma para quem não merece a minha paciência."
~ JOSÉ MICARD TEIXEIRA


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Mães



Respira.  Serás mãe por toda a vida.
Ensine as coisas importantes. As de verdade.
A pular poças de água, a observar os bichinhos, a dar beijos de borboleta e abraços bem fortes.
Não se esqueça desses abraços e não os negue nunca. Pode ser que daqui a alguns anos, os abraços que você sinta falta, sejam aqueles que você não deu.
Diga ao seu filho o quanto você o ama, sempre que pensar nisso.
Deixe ele imaginar. Imagine com ele.
As paredes podem ser pintadas de novo, as coisas quebram e são substituídas.
Os gritos da mãe doem pra sempre.
Você pode lavar os pratos mais tarde. Enquanto você limpa, ele cresce.
Ele não precisa de tantos brinquedos. Trabalhe menos e ame mais.
E, acima de tudo, respire. Serás mãe por toda a vida.  Ele será criança só uma vez."

(Jessica Gómez Álvarez)

Imagem de Mariana Kalacheva

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Nossa árvore de natal


Este ano resolvi aposentar minha velha árvore de natal e inventar algo novo!
Vi na internet estilos diferentes e gostei de uma foto que usava galhos secos para decorar para o Natal.
Meses atrás havíamos podado nossa amoreira e meu filho quis guardar os galhos para depois fazer algo com eles. O resultado está aí! Simples, mas original. Utilizei downloads de vários trabalhos e ilustrações de artistas que admiro e que sigo em seus blogs. Há os pássaros da Geninne, há os desenhos da Alisa Burke, downloads do blog My Owl Barn, e outros tantos que admiro.
É uma pena que nunca tenha encontrado nada parecido em sites e blogs brasileiros. Talvez sejamos um povo que não compartilhe muito...mas...consegui enfeitar minha árvore com ilustrações lindas!


fotos de partes da árvore




A estrela quem fez foi meu filho, com pedacinhos de bambu, fio dourado, cola quente e branca.


E acima, o resultado final, com tratamento no Picasa (eu gosto).

Meus votos a todos vocês que visitam meu blog e que no ano que vem comentem mais e continuem aparecendo com muita saúde e alegria!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Homenagem aos mortos...


Sociedade dos Poetas Mortos
Fernando Pessoa


"Tenho tanto sentimento
Que e' frequente persuadir-me 
De que sou sentimental,
Mas reconheco, ao medir-me,
Que tudo isso e' pensamento,
Que nao senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada, 
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada. 

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar."



           





Quando foi que a vida tornou-se tão complicada, hein? Brincávamos na rua, íamos a pé para a escola, educação física, muitas vezes sozinhas, ...