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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Terapia do elogio

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, amigos, etc.

Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por consequência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.

Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias. A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.

Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos,subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo, a boa dona de casa, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro, é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

(encontrado na net)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Obrigada, por favor, com licença, de nada, me desculpe, etc...

Vocês se lembram do tempo em que se usava dizer as palavras acima? Os pais ensinavam os filhos a usarem essas palavras sempre que necessário. Os adultos também usavam, homens abriam as portas para as mulheres, enfim...outros tempos, não é mesmo? Quet tal se fizéssemos um esforço parar ressucitar essas palavras tão agradáveis e tão do bem? Ensinando nossos filhos, sobrinhos, netos, maridos, irmãs, colegas, vizinhos, enfim, quem pudermos alcançar e, claro, a nós mesmas (os).

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

FELIZ ANO NOVO!

Que tal começarmos o novo ano com mais educação, etiqueta, bons modos?
Quando você telefona para alguém começa o diálogo como? "Quem tá falando?", "Quem é?", "Quero falar com o fulano?", etc...
Está super errado e de péssimo tom!!! Quem liga para outra pessoa tem que dizer: Oi, Alô, etc..., aqui é a fulana...de tal... lugar, gostaria de falar com...., ela (e) está?
Quando você espera o elevador fica na frente da porta não deixando quem está dentro sair e, pior, quer entrar antes ou ao mesmo tempo que as pessoas que estão saindo? Gente!!! Muito feio! Tem que esperar as pessoas saírem e não fique grudada na porta. Fique ao lado.
Você está fora de forma (como eu), ou já é madura e usa calças um número menor, barriga de fora, peitos saindo pelo sutiã push-up, mini-saia, roupas agarradas? Jesus, apaga a luz!!! Não faça isso menina! Cada idade e forma física exige um tipo de atenção!!! Use o que te faz ficar ELEGANTE e não ridícula, afinal todas queremos ficar bem na foto!
Bem, tem mais coisa e depois eu falo para vocês.
Feliz Ano Novo com elegância,
Ana

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

OPINIÃO

Ando meio desanimada com nós, mulheres, mães e pais...


Não estou muito satisfeita sobre o modo como estamos criando nossos filhos e filhas...

Uma das razões é essa história de vampiros para todos os lados (crepúsculo, lua nova, séries de TV com os ditos cujos, monstros dos quintos dos infernos, etc...). Livros aos montes mais ainda do que filmes.
Gente, como que vampiros podem ser considerados heróis, mocinhos, ídolos? Tudo bem, há a parte romântica da coisa que é muito antiga. Atores que ficaram consagrados fazendo o papel de Drácula...É ficção! Mas o que está acontecendo agora é uma febre romântica, gótica, sei lá mais o que, que está atingindo crianças, adolescentes, jovens e adultos (pasmem!!!). Em geral, mulheres, que se identificam com a mocinha, que é auto-destrutiva, suicida, com cara de doente e apaixonada por um vampiro, lindinho?!?!? que é “bonzinho” porque não suga sangue de gente e sim de animais!!! Pobres animais! Ninguém pensa nisso na hora que está vendo o filme? São coisas muito cruéis! Outras gostariam de ter um vampiro daquele na vida delas, ou o lobisomem? Percebem que conversa de doido?

Esse besteirol gigantesco está introduzindo mensagens muito pesadas e confusas para as cabecinhas de nossos filhos, mentes que ainda estão em formação e que se influenciam, sim, com essas coisas malucas, que não existem e que não são mais engraçadas ou tragicômicas como os antigos vampiros. E mais: os pais deixam crianças pequenas assistirem coisas que no cinema seriam para maiores de......!

E as mães, que querem continuar a ser mocinhas, garotinhas e agem de forma ridícula entrando nessa onda só para agradarem os filhos e amigos?

Na verdade a mocinha (Bella) é submissa, dependente de corpo e alma de um ser extremamente problemático, e quer se matar para ficar com ele!!!

Não acho que essa personagem deveria ser exemplo para ninguém! Mas muita gente vai dizer: “sua tonta, é ficção!” Eu respondo: “é ficção para os adultos e pessoas maduras que vão encarar essa história com outros olhos, diferentes dos jovens!” Muitos jovens não conseguem ainda separar a fantasia da realidade e podem ficar muito confusos sim. É só a gente lembrar de nossos ídolos. A influência que tiveram sobre nós e tantas outras pessoas. Só que hoje em dia a mídia domina tudo. Naquela época tudo era bem mais diluído. A influência era mínima se comparada aos nossos dias. Ela (a mídia) joga informações selecionadas em cima da gente o tempo todo. Alguém discorda?

Hoje temos jogos horripilantes que, se os pais verificassem antes de deixarem seus filhos lá, horas, jogando aquilo, nunca permitiriam. Ninguém vê isso antes de dar ao filho essas porcarias de jogos onde aparecem assassinatos, surras, envolvimentos estranhos entre pessoas...melhor parar por aqui...

Existem jogos bons por sinal...

Bom, o meu objetivo aqui é tentar dar uma opinião diferente da maioria para ver se as pessoas pensam de forma crítica sobre nossas escolhas e o que permitimos a nossos filhos, cada vez mais precoces em todos os sentidos.
Essa mania de concordar com tudo que eles querem para não criar conflitos, de não dar limites e atenção (essas duas coisas andam juntas), de não cobrar o que deve ser cobrado, enfim essa permissividade generalizada é que vai gerar cidadãos cada vez piores e mais sofridos em nossa sociedade.
Não podemos dar autonomia a pessoas que ainda não tem capacidade de fazer essas escolhas sozinhas. Isso só vem com o tempo!

Somos pais, educadores, formadores e não amiguinhos de nossos filhos!

Abraços,

Ana.

Quando foi que a vida tornou-se tão complicada, hein? Brincávamos na rua, íamos a pé para a escola, educação física, muitas vezes sozinhas, ...